Mostrando postagens com marcador Salário. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Salário. Mostrar todas as postagens
sábado, 31 de janeiro de 2026
sábado, 27 de dezembro de 2025
SALÁRIO MÍNIMO 2026
Dieese: novo salário mínimo deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026
Reajuste de 6,79% terá impacto direto sobre 61,9 milhões de brasileiros e amplia renda, consumo e arrecadação, segundo estudo do departamento intersindical.
sexta-feira, 10 de maio de 2019
SÓ 2% DE REAJUSTE PARA SERVIDORES DA EDUCAÇÃO...
CATEGORIA GARANTE REAJUSTE E SE MANTÉM FIRME NA LUTA
Numa assembleia novamente lotada nossa categoria debateu as propostas apresentadas pelo governo e aprovou criticamente a assinatura do acordo.
Na proposta apresentada (VER AQUI) o governo apontou para um reajuste de 2% no vencimento base, para a inclusão no Plano Plurianual (PPA) do compromisso de pagamento do Piso Salarial Nacional, para a garantia de metade (50%) dos enquadramentos do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) em setembro de 2019 e a outra metade em 2020, e para um aumento no auxílio alimentação que deverá ser anunciado para todos os servidores públicos na próxima semana.
Mesmo considerando insatisfatório o reajuste proposto, nossa categoria demonstrou grande capacidade de leitura da realidade, e aprovou a proposta já se engajando em permanecer na luta por melhores condições de trabalho e remuneração.
Sendo assim, ficou definido que continuaremos lutando para avançar no pagamento do Piso, compromisso assumido em campanha pelo então candidato, hoje Governador Helder Barbalho. Isso significa que, mesmo aceitando a proposta, nossa categoria seguirá pressionando pela melhoria da proposta e por garantias permanentes de valorização. Em agosto, estaremos todas/os acompanhando a inclusão no PPA de nossas demandas, bem como, cobraremos a inclusão na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020 de um reajuste que aponte para o resgate de compromissos assumidos.
Nossa categoria aprovou também que buscaremos em Setembro, ocasião em que deverão ser feitas as avaliações financeiras e fiscais do estado, a possibilidade de completar o percentual do Piso 2019 (4,17%) que já passa a ser uma dívida do Governo Helder, embora toda a dívida anterior seja um direito nosso de receber, por se tratar de uma Lei Federal que foi solenemente descumprida pelo (réu) Jatene, e por ser este um compromisso de campanha, e de governo, assumido por Helder Barbalho. Na mesma ocasião, cobraremos o retroativo dos meses de janeiro à abril/2019 em que não houve reajuste.
Para nós não é motivo de orgulho ser a única categoria a receber reajuste e a avançar pontualmente em outras pautas. Conquanto, sem dúvida nenhuma nossa categoria demonstra sua força e organização, e consegue este pequeno avanço, tendo em seu sindicato a garantia de permanência na resistência e luta contra os ataques à educação.
Leia abaixo os ENCAMINHAMENTOS da Assembleia de hoje, 6:
#Manutenção do Estado de Greve;
#Assinatura de acordo mantendo a mobilização permanente;
# Participação na GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E CONTRA OS CORTES NA ÁREA DA EDUCAÇÃO dia 15 de maio (quarta-feira);
#Retomada da mesa de negociação na SEDUC para avançar nas pautas das Reformas das Escolas, Gestão Democrática, Jornada e Hora Atividade, Ed. Especial, Convênio FASEPA, Convênio SUSIPE, Escola de Tempo Integral, Ed. Tecnológica, SOME, etc;
# Inclusão das dívidas do piso de anos anteriores no PPA/LDO, e continuação de diálogo na mesa de negociação com o governo;
# Garantia de reivindicação da pauta de unificação do PCCR e garantia de participação da representação de Téc. em Educação e demais carreiras da Educação nas mesas de negociação;
# Manter a organização da mobilização nos grupos por escola, distrito e municípios;
AGENDA
15 de maio - GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO
8h – conc: Praça da República (Belém);
14 de junho - GREVE GERAL DOS TRABALHADORES (AS) BRASILEIROS (AS).
_____________________________________________
DIA 15 VAMOS PARAR O BRASIL!
Dentro dos debates qualificados que fizemos, definimos pela adesão à Greve Nacional da Educação, contra o desmonte da previdência e os cortes na educação.
O governo Bolsonaro segue com sua decisão de transformar em inimigos a educação e o conhecimento, típico de governos autoritários, com projeto de subserviência neocolonial.
Os ataques à educação são diários, como o ataque às disciplinas Filosofia e Sociologia que seguem ameaçadas de cortes, o que já levou à assinatura de um manifesto de estudiosos e pesquisadores das mais conceituadas instituições de ensino mundo afora, bem como os cortes anunciados nas bolsas de pesquisa e nos cortes para o ensino superior e para educação básica, na casa dos R$ 5 bilhões.
O governo federal faz uma verdadeira "cruzada" pela destruição da educação pública, transformando-se numa "ode" à ignorância e ao retrocesso.
Todas essas políticas nefastas resultarão num aumento da violência e miséria, tudo para garantir o aumento dos lucros das grandes corporações financeiras, aprofundando a entrega do patrimônio público brasileiro, transformando a educação ainda mais em mercadoria, tendo direito ao seu acesso apenas quem por ela puder pagar.
A (contra)Reforma da Previdência segue a mesma lógica mercadológica e só enriquecerá os grandes fundos de pensão, aprofundando a indigência de nossa população, especialmente dos mais idosos.
Tudo isso precisa ser combatido e nossa categoria não se furtará à essa luta pelo futuro. Todas/os à GREVE NACIONAL da Educação neste dia 15/05. Vamos dialogar com nossas comunidades escolares, com cada pai, mãe, responsável e estudante da escola pública.
Juntos podemos vencer o retrocesso e a retirada de direitos!
__________________________________________
CONSTRUIR A GREVE GERAL DO BRASIL
Os debates de luta contra a reforma da previdência ocorridos nas assembleias do Sintepp e a deliberação de assembleias anteriores reafirma a adesão de nossa categoria na greve geral que vai parar o Brasil no dia 14 de junho em defesa do direito pela aposentadoria.
Sigamos com coragem. 🌻
Numa assembleia novamente lotada nossa categoria debateu as propostas apresentadas pelo governo e aprovou criticamente a assinatura do acordo.
Na proposta apresentada (VER AQUI) o governo apontou para um reajuste de 2% no vencimento base, para a inclusão no Plano Plurianual (PPA) do compromisso de pagamento do Piso Salarial Nacional, para a garantia de metade (50%) dos enquadramentos do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) em setembro de 2019 e a outra metade em 2020, e para um aumento no auxílio alimentação que deverá ser anunciado para todos os servidores públicos na próxima semana.
Mesmo considerando insatisfatório o reajuste proposto, nossa categoria demonstrou grande capacidade de leitura da realidade, e aprovou a proposta já se engajando em permanecer na luta por melhores condições de trabalho e remuneração.
Sendo assim, ficou definido que continuaremos lutando para avançar no pagamento do Piso, compromisso assumido em campanha pelo então candidato, hoje Governador Helder Barbalho. Isso significa que, mesmo aceitando a proposta, nossa categoria seguirá pressionando pela melhoria da proposta e por garantias permanentes de valorização. Em agosto, estaremos todas/os acompanhando a inclusão no PPA de nossas demandas, bem como, cobraremos a inclusão na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020 de um reajuste que aponte para o resgate de compromissos assumidos.
Nossa categoria aprovou também que buscaremos em Setembro, ocasião em que deverão ser feitas as avaliações financeiras e fiscais do estado, a possibilidade de completar o percentual do Piso 2019 (4,17%) que já passa a ser uma dívida do Governo Helder, embora toda a dívida anterior seja um direito nosso de receber, por se tratar de uma Lei Federal que foi solenemente descumprida pelo (réu) Jatene, e por ser este um compromisso de campanha, e de governo, assumido por Helder Barbalho. Na mesma ocasião, cobraremos o retroativo dos meses de janeiro à abril/2019 em que não houve reajuste.
Para nós não é motivo de orgulho ser a única categoria a receber reajuste e a avançar pontualmente em outras pautas. Conquanto, sem dúvida nenhuma nossa categoria demonstra sua força e organização, e consegue este pequeno avanço, tendo em seu sindicato a garantia de permanência na resistência e luta contra os ataques à educação.
Leia abaixo os ENCAMINHAMENTOS da Assembleia de hoje, 6:
#Manutenção do Estado de Greve;
#Assinatura de acordo mantendo a mobilização permanente;
# Participação na GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E CONTRA OS CORTES NA ÁREA DA EDUCAÇÃO dia 15 de maio (quarta-feira);
#Retomada da mesa de negociação na SEDUC para avançar nas pautas das Reformas das Escolas, Gestão Democrática, Jornada e Hora Atividade, Ed. Especial, Convênio FASEPA, Convênio SUSIPE, Escola de Tempo Integral, Ed. Tecnológica, SOME, etc;
# Inclusão das dívidas do piso de anos anteriores no PPA/LDO, e continuação de diálogo na mesa de negociação com o governo;
# Garantia de reivindicação da pauta de unificação do PCCR e garantia de participação da representação de Téc. em Educação e demais carreiras da Educação nas mesas de negociação;
# Manter a organização da mobilização nos grupos por escola, distrito e municípios;
AGENDA
15 de maio - GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO
8h – conc: Praça da República (Belém);
14 de junho - GREVE GERAL DOS TRABALHADORES (AS) BRASILEIROS (AS).
_____________________________________________
DIA 15 VAMOS PARAR O BRASIL!
Dentro dos debates qualificados que fizemos, definimos pela adesão à Greve Nacional da Educação, contra o desmonte da previdência e os cortes na educação.
O governo Bolsonaro segue com sua decisão de transformar em inimigos a educação e o conhecimento, típico de governos autoritários, com projeto de subserviência neocolonial.
Os ataques à educação são diários, como o ataque às disciplinas Filosofia e Sociologia que seguem ameaçadas de cortes, o que já levou à assinatura de um manifesto de estudiosos e pesquisadores das mais conceituadas instituições de ensino mundo afora, bem como os cortes anunciados nas bolsas de pesquisa e nos cortes para o ensino superior e para educação básica, na casa dos R$ 5 bilhões.
O governo federal faz uma verdadeira "cruzada" pela destruição da educação pública, transformando-se numa "ode" à ignorância e ao retrocesso.
Todas essas políticas nefastas resultarão num aumento da violência e miséria, tudo para garantir o aumento dos lucros das grandes corporações financeiras, aprofundando a entrega do patrimônio público brasileiro, transformando a educação ainda mais em mercadoria, tendo direito ao seu acesso apenas quem por ela puder pagar.
A (contra)Reforma da Previdência segue a mesma lógica mercadológica e só enriquecerá os grandes fundos de pensão, aprofundando a indigência de nossa população, especialmente dos mais idosos.
Tudo isso precisa ser combatido e nossa categoria não se furtará à essa luta pelo futuro. Todas/os à GREVE NACIONAL da Educação neste dia 15/05. Vamos dialogar com nossas comunidades escolares, com cada pai, mãe, responsável e estudante da escola pública.
Juntos podemos vencer o retrocesso e a retirada de direitos!
__________________________________________
CONSTRUIR A GREVE GERAL DO BRASIL
Os debates de luta contra a reforma da previdência ocorridos nas assembleias do Sintepp e a deliberação de assembleias anteriores reafirma a adesão de nossa categoria na greve geral que vai parar o Brasil no dia 14 de junho em defesa do direito pela aposentadoria.
Sigamos com coragem. 🌻
sintepp.org.br
Numa assembleia novamente lotada nossa categoria debateu as propostas apresentadas pelo governo e aprovou criticamente a…
Assinar:
Postagens (Atom)





